Quem sou eu

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Menos de 12 horas para janeiro acabar.

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Janeiro acabando, minhas férias terminando e meu mau-humor persistindo. Nos meus planos de início de ano estava postar pelo menos 2 X por semana aqui. Bem, esse é o terceiro post. Terceiro post no mês. 

Anyway...

Ainda estou frequentando a academia. Ano passado me inscrevi e fui 4 vezes. Esse ano já fui 9 dias e hoje, provavelmente, irei pela décima vez. Isso é bom! 

Eu acho que meu corpo não entendeu que deve produzir endorfina como compensação pelo esforço físico quando faço AF. Isso não acontece comigo. Eu não saio contente e feliz da academia! Eu saio cansada, dolorida e mau-humorada. 

Eu não faço aula de localizada, luta ou ritmos, por causa do horário. Eu faço esteira/ musculação/ bicicleta. E há dois exercícios específicos que fazem com todas aqueles acontecimentos que preferia e achava que havia esquecido, afloram na minha mente.

O primeiro é o supino máquina reto, que faço com a carga mínima: 7kg. Nos primeiros dias eu não conseguia terminar, o que fazia me sentir uma incapaz. Ainda é bem difícil! É um sofrimento! Eu preciso de um bom tempo entre as séries. E isso aflora em mim meus piores pensamentos e sentimentos. 

O outro é glúteo vertical máquina. Nem sei se é o nome certo, mas é assim que eu conheço. Nesse nem é tão difícil para mim, eu até que consigo usar um bom peso. Mas mesmo assim, sabe-se lá por qual patavinas, me vem más lembranças. 


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Esse mês eu também estive na endocrinologista. Ela viu meus exames, me deu uma guia para nutricionista e me receitou um ansiolítico. Confesso que na hora nem soube o que dizer, ante a minha surpresa. Eu não vou tomar ansiolítico, não! 

Sim, eu sou mega-ansiosa! Mas também sou mega paranoica com esse tipo de medicamento. (Ainda mais que, como dirijo, tenho o maior medo de sentir sonolência no trânsito.) Medicamentos em geral, na verdade. Não é qualquer dor que me faz tomar analgésico, por exemplo.

Quando eu tive crises sérias de ansiedade; eventos que estavam atrapalhando o meu bom funcionamento social e profissional eu tomei um remédio mais natural, ou quase, à base de valeriana receitado por um médico da emergência numa das vezes que tive piripac. Só tomei uns 2, só quando realmente estava que não me aguentava e ando com a caixa na bolsa para eventos extremos. (Saber que ele está na bolsa já me deixa mais tranquila, como num efeito placebo.)

E agora não irei tomar um ansiolítico receitado em duas vias que, segundo pesquisei na web, depois não poderia deixar de tomar de uma hora prá outra por riscos de problemas psíquicos  Só se um psiquiatra me receitasse devido às minhas crises de ansiedade, mas isso em conjunto com psicoterapia. Mas para emagrecer apenas, não! Vou fazer o que? Tomar ansiolítico o resto de minha vida para não atacar a comida? 

Detalhe que eu não falei para a médica que sou ansiosa. Ela não perguntou sobre minha vida, se na minha família tem antecedentes de obesidade, se tenho bons hábitos. Então, se passa agora ansiolítico para todos que querem emagrecer? E eu que procurei ajuda médica atrás de saúde, que para mim não combina com uso permanente de medicamentos...

Eu sei que muitas pessoas usam medicamentos e isso as ajudam. Mas não é isso que eu quero para mim! Vou na nutricionista e pretendo voltar daqui uns meses na endrocrino, mais magra, só para dizer que não foi á base de ansiolítico (Eu sou assim, me julguem.) e refazer os exames laboratoriais para ver se tudo está certinho.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Ai, que raiva!

Depois de um ano, voltei a academia. Estou dolorida e com raiva!

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No meu primeiro dia, enquanto fazia (com muito esforço) um exercício para a panturrilha, me veio à mente um vídeo que havia assistido alguns dias antes. E comecei a sentir uma raiva, um mau-humor que persiste até hoje. 

Eu gosto de sites/blogs de humor. E link atrás de link cheguei a um vídeo do Fórmula 404A parte que me veio a mente enquanto malhava inicia aos 00:45 e vai até 03:20, inclusive a frase: "gordo só faz gordice". 

Eu senti raiva dos carinhas que fizeram o vídeo, senti raiva de quem gravou a cena, senti raiva da própria menina que fica sendo arrastada pelas ondas. E sobretudo, senti raiva de mim por ter me identificado com aquela cena. 

Fazer piada sobre pessoas obesas, especialmente mulheres, é tão clichê que as pessoas esquecem que isso também é bullying. O pior é que muitos obesos acabam aceitando as piadinhas e reforçando elas como forma de serem aceitos. 

Eu acho que obesidade é sintoma de alguma doença que pode ser física ou psicológica. Eu acho que essas piadas não ajudam e pioram a situação da pessoa. 

Bem, acabei as séries de exercícios de musculação como se cada repetição fosse um soco na cara desses metidos a engraçadinhos: não só desse vídeo como de todos os vídeos e situações reais que vivi e fiquei sabendo. Não só naquele dia como também nos dias posteriores. 

Essa semana vi no Facebook o vídeo abaixo que mostra uma apresentadora respondendo no ar a uma crítica sobre seu peso, feita por um telespectador.



Se eu tenho esse blog é porque, sim, eu quero emagrecer. Mas será que quero realmente pela minha saúde, como fico repetindo para mim mesma, ou para obedecer um padrão estético que me é imposto não só pela mídia como principalmente pelas pessoas ao meu redor? Será que justamente por não saber a resposta que ainda não emagreci?

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Não seria hora de largar o refrigerante?


Desde muito pequena que bebo refrigerante. Me lembro que nas férias e visitas nas casas de minha avó e tia, era a recompensa para quem comia todo o almoço. Além de estar presente em festas, passeios a shoppings e ida a restaurantes. Ou seja, só associado a situações prazerosas!

Eu cresci e sempre li e ouvi sobre os malefícios do refrigerante. Lembro dos e-mails sobre como um refrigerante específico desentope pia e limpa asfalto. Já sabia da característica desidratante desse mesmo refrigerante: em uma escola em que estudei, uma vez em que estava com dor-de-barriga, a atendente do posto médico me "receitou" um copo desse refrigerante. Além das matérias em revistas sobre causar celulites e gastrite.

Mas, mesmo assim, nunca abandonei. No ano passado, estabeleci que não beberia um refrigerante específico durante a quaresma e fiquei contando os dias para voltar a tomá-lo. Eu senti muita falta, mesmo. 

É uma coisa complicada, pois me sinto como um fumante que, a despeito de saber todos os riscos e malefícios do cigarro, continua a fumar. Mas está na hora de eu racionalizar e colocar a minha saúde em primeiro lugar! Ou seja, tenho que deixar de beber refrigerante. 

Hoje eu assisti o vídeo com o Dr. Lair Ribeiro abaixo: 



Nossa, para reverter o efeito de um copo de refrigerante, são necessários trinta e dois copos da água "da boa".

Não, não tinha nada que eu não já tivesse ouvido falar. Então, porque ainda não parei, ou pelo menos diminui, a quantidade de refrigerante que bebo?


Geralmente as matérias sobre o malefício do refrigerante falam muito sobre a quantidade de açúcar em cada lata. Mas há fontes que também condenam o uso do refrigerante tipo diet. 

Eu terei que trabalhar em minha mente que não preciso tomar refrigerante quando "como fora", nas festas e fins de semana. 

Não, não será fácil!